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criado por mara.dallenna
20:51:34Semana Santa chegou!!!!
E eu vou me aventurar... Quando eu chegar digo aqui no que deu!!!!
Estou sem tempo pra refletir sobre o motivo desse feriado. Mas resgatei um post onde já tratei do assunto:
http://daleninha.blog.terra.com.br/um_pouquinho_de_historia_e_de_amor#comments
Beijos a todos!! E Feliz Páscoa!!!!!!
;^)

criado por mara.dallenna
16:28:56Gente, volteiiii!!!!!!!!!!!
E pra voltar mesmo de vez e com cara de Mara, eu preciso falar sobre algo que vi ontem! Todo mundo que me conhece sabe o quanto eu sou crítica, então lá vai!!!!
Ontem a novela "Duas Caras" da Rede Globo exibiu um capítulo no qual uma turba de 'crentes' atacavam uma 'família' formada por uma ex-viciada grávida, um gay e um projeto de ex-'bon vivant'.
Pra começo de história, nem sei o que é o pior: a família pós-modernista ou o espetáculo de crentes insandecidos!!
Então, como eu tenho muuuuuuuuito espaço aqui vou falar dos dois, né?!
Estamos em pleno século XXI eu sei. Devemos respeitar a todos, e sermos livres de preconceitos sejam eles raciais, sexuais, religiosos ou seja lá o que for. E principalmente, nós, cristãos, devemos todo respeito à essas pessoas e devemos amá-las como Jesus ensinou.
Mas daí a levantar a bandeira de que é normal, natural, isso não. Não é normal, nem natural, é um desvio da verdadeira conduta humana para qual fomos criados. Uma família onde dois homens dividem a mesma mulher não é normal, nem natural, nem moderninho. É um assalto à boa conduta moral e ética, seja ela cristã ou não.
Em contrapartida, combater isso com violência em nome de Jesus é uma sandice, uma blasfêmia. A cena da novela mostrava a personagem 'crente' o tempo inteiro com uma Bíblia na mão clamando justiça em nome do Senhor Jesus. Vê se pode??? Ela parecia mais cheia de demônios do aqueles a quem ela acusava de possuí-los!
Não vou entrar aqui no mérito da manipulação da Rede Globo em relação às religiões, em especial às protestantes. Pois todos sabemos do seu teor apelativo e desmoralizante.
Mas infelizmente sabemos que o que a novela retratou tem um fundo de verdade. Hoje, temos em nossa sociedade gays, ex-viciados lutando por seu espaço, brigando contra o preconceito, famílias modernas...Assim como crentes fanáticos, que desconhecem o verdadeiro sentido do Evangelho..."errais porque não conheceis as escrituras..."
Não condeno os gays. Não condeno os viciados. Não condeno os fanáticos.
Quem sou eu para fazê-lo??!
Porém, qual têm sido o nosso papel para com essas pessoas??
Não julgamos mas, amamos? Se amamos, compactuamos com seus erros? Se não concordamos, estamos sendo preconceituosos?
Espero não ser má interpretada nesse post.
Mas além de precisar falar isso tudo, e sem nenhuma pretensão, gostaria de poder estar gerando um pensamento na cabecinha de quem estiver lendo.
Você pode não ser cristão, mas pode ser tão preconceituoso quanto um fanático.
Você pode ser cristão e ser tão conivente com os desvios quanto quem os comete.
Qual está sendo nosso posicionamento? Qual é o nosso lugar neste mundo pós-moderno, globalizado, sem fronteiras ou limites??
É isso!
P.S.: Ameeeeeeeeeeeeeeiiiii estar de voltaa!!!!!!!!

criado por mara.dallenna
23:44:43Depois de um tempinho fora do ar, estou de volta!!!!!
Falar da minha cirurgia acho que seria um pouco enfadonho pra vocês...Resumindo, doeu, ainda dói, sofri, estou confinada em casa, nada de movimentos bruscos, remédios, cama, visitas dos amigos do coração e mimos da mamãe! Pronto, acho que é um pouco tudo isso misturado!
Esse post é mais para dar o ar da graça, porque não consigo ficar muito tempo aqui no pc pra escrever.
AAhhhh, assisti o "Ratatouille"!!
Muito bom! Mas ainda prefiro o Nemo!!!
Recomendo também "Instinto Secreto" com Demi Moore e Kevin Costner.
Beijos a todos. E em breve voltarei à ativa mais ativa!!!

criado por mara.dallenna
12:55:10É o seguinte, eu queria fazer agora o post das minhas viagens, mas toda vez que eu lembro do ocorrido me bate uma raiva tão grande, tão grande que fico travada!!!
Então, vamos mudar de assunto. Ia eu falar da renúncia do Fidel, mas falar o quê? Só nos resta esperar pra ver o que Raul e EUA vão fazer a partir desta notícia.
O Oscar. Bom, não tenho como comentar porque não assisti a nenhum daqueles filmes, nem mesmo o "Ratatouille". A única coisa a que posso me referir é ao José Wilker: por que ele é o comentarista???!!
Nunca entendi...
Minha cirurgia. Isso mesmo, farei uma cirurgia essa semana. Nada complicado. Eu acho. Pelo menos é o que o Doctor-lindo-simpático-de olhos verdes- Alexandre me disse. Então, talvez eu dê uma sumida pela net. Torçam aí por mim.
Ditas as últimas novidades, vamos ao assunto do post hoje: "O caçador de pipas".
Primeiro romance de Khaled Hosseini, um afegão formado em medicina, que reside na Califórnia,EUA. Foi publicado pela primeira vez em 2003 (notem o quanto estou atrasada!), tem 8 milhões de cópias vendidas no mundo, sendo mais de 1 milhão de cópias vendidas aqui no Brasil.
Já tinha ouvido falarem do livro. Coisas do tipo: "É maravilhoso!", "melhor livro que li na vida", "quase morro de chorar", "você precisa ler"... e blá blá blá. Então, como uma boa jornalista-historiadora que sou, não podia ficar de fora do babado, né?!
Estava eu lá, no shopping Iguatemi em Fortaleza, dentro de uma livraria enooorme, escolhendo uns livros para trazer de presente para o meu povo, quando topo com "O caçador de pipas".
Pausa.
Levo?
E se eu não gostar?
Quanto custa?
Nem é tão caro...
Mas se não prestar? Dinheiro não dá em árvore...
Divide aí no cartão!
Comecei a leitura na segunda-feira passada, assim que terminei o de Sartre. Terminei na sexta.
O que tenho a dizer: "É maravilhoso!", "melhor livro que li na vida", "quase morro de chorar", "você precisa ler"...
rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs...
Pior que é a mais pura verdade.
Eu subestimei o livro. Best-sellers são perigosos, muito vendáveis, pouco conteúdo. Mas este não. E acho que o fato de ser muito vendido, além da boa leitura claro, deve-se ao fato de que o mundo está mais voltado ao conflito EUA-Oriente Médio, o que causa uma curioidade maior por parte da população.
O livro é ambientado no Afeganistão, Paquistão e EUA. E começa nos anos 70, quando o Afeganistão ainda era uma monarquia, passando pela invasão soviética, a imigração dos afegãos e a implantação do regime Talibã.
A narrativa é uma montanha russa, hora se torna instigante, hora monótona, hora avassaladora, hora calma como uma brisa.
O tema do romance é o amor. O amor incondicional. O amor fraternal. Ou simplesmente o amor.
Mergulhar numa cultura totalmente diferenciada, nos ajuda a compreender todas as nuances do ser humano e sua capacidade de adaptação. Às vezes nós ocidentais somos simples demais, vulneráveis demais, óbvios demais para entender o que leva aquele povo oriental à viver naquelas circunstâncias. Pormenorizamos suas vidas, seus trabalhos, seu amor. Criticamos sua cultura, como se tivéssemos autoridade para fazê-lo.
Khaled Hosseini acertou.
Acertou quando conseguiu mostrar ao mundo que o seu país e a sua cultura não é apenas fanatismo, doenças, pobreza, miséria e armas. Conseguiu mostrar que eles são assim porque 'corpos estranhos' invadiram e se instalaram no seu país roubando suas vidas.
Acertou quando escolheu o amor.
Mas, vocês só poderão entender de fato o que eu digo se tiverem lido o romance.
É inesquecível.


criado por mara.dallenna
14:04:49